domingo, 22 de novembro de 2009

E. Mul.Profª Carmelita Guimarães - Gênero Diário


Durante uma semana, os alunos do 6º ano de escolaridade da E.Mul.Profª Carmelita Guimarães , foram convidados a redigir um diário contando tudo o que desejassem.Os trabalhos ficaram lindos e as crianças adoraram a ideia de confeccionar seus próprios diários!Além disso, muitos alunos pretendem continuar a escrever em seus diários e com isso desenvolverão ainda mais as habilidades de leitura, interpretação e produção textual.Parabéns galerinha linda!
Profª Luciana



06/11/09

Hoje eu acordei ansiosa por causa do Encontro de Adolescentes em Petrópolis. O ônibus saiu às 16h. Foi uma barato curtir um passeio diferente para falar de Deus.

07/11/09

Hoje eu acordei às 6:30h, tomei café e fomos para a capela rezar. Depois almocei e a tarde fomos para a piscina. A noite teve uma balada para a gente se divertir.

08/11/09

Acordei novamente cedo, rezei e depois fomos para uma gincana. Meio -dia foi a missa e 13:30h nós almoçamos. Hoje o encontro se encerrará com uma missa na igreja de Petrópolis. Foi muito bom!!!

09/11/09

Acordei cedo, mas não fui à escola porque não estava me sentindo bem. Passei o dia todo na cama.

10/11/09

Acordei e fui para a escola e chegando lá os meus colegas de sala me disseram que eu tinha que fazer uma diário. Gostei da ideia. Cheguei, almocei e descansei para estudar para a prova.

11/11/09

Fui para aula e quando cheguei para almoçar, eu me lembrei que a tinha várias tarefas que a minha mãe pediu para eu fazer. Depois eu dormi a tarde toda.

12/11/2009

Fui à aula cedo. Como eu estou ficando cansada com tanta tarefa para entregar, tive que dormir um pouco porque não estava aguentando. À noite andei de bicicleta.

13/11/09

Hoje é o dia de entregar o diário para a Professora Luciana. Espero que ela goste!!!

E. M.Profª Carmelita Guimarães - Textos sobre Natal



Produção de Texto da aluna: Wessila Loureiro de Assis (6º ano 2)

Era uma vez, no Estado de Minas Gerais, em uma cidade chamada Cataguases, uma lenda. Essa lenda era diferente de todas, lá não se poderia comemorar o Natal.
Até que um dia, mudou-se para lá uma família alegre que, não sabendo dessa lenda, comemorou. De repente, a meia noite a cidade toda mudou:as árvores deram frutos e flores, os animais ficaram bondosos e etc.
Ao amanhecer, quando todos os moradores acordaram, todos ficaram maravilhados , alguns gritavam:
- Estamos livres da maldição!Viva!
Mas havia um castelo onde vivia uma mulher chamada Raquel. Ela era muito má.Nesse tempo o Natal era comemorado no dia 20 de dezembro , os cientistas comunicaram o dia verdadeiro e todas as famílias comemoraram , assim a Raquel má se desmanchou.


Produção de texto da aluna : Dayana

(6º ano 2)


Era uma vez um menino que sempre adorava o Natal.Num grande dia de Natal, seu pai morreu, então todo ano quando chegava o Natal , o menino lembrava de seu pai, e não comemorava, ele ficava sempre num cantinho chorando.

Então, um dia , seu pai apareceu para ele e lhe disse que ele tinha que aproveitar a vida enquanto ele era criança porque quando ele fosse adulto ele não poderia mais brincar, jogar bliosca,andar de bicicleta, ele só ia ter tempo para o trabalho, para os filhos e a mulher.

Então, depois do que o pai disse isto , ele começou a brincar mais, aproveitar mais a vida e comemorou mais o Natal.

Produção de texto da aluna: Dryelli Dutra Dias (6º ano 2)

Natal


Era uma vez, uma menina pobre chamada Aline. Ela tinha 7 anos e sonhava todos os dias em ganhar uma boneca gigante de Natal.
Um belo dia, passou um homem muito rico e viu Aline chorando na rua então ele perguntou-a:
- Por que você está triste minha jovem?
- É porque eu quero ganhar uma boneca de Natal mas só com 1 real não dá pra comprar!-respondeu a menina.
Então o homem comprou uma boneca para a menina, mas a menina ainda não estava feliz, então o homem perguntou:
- Você não gostou da boneca? - falou o homem.
- Não é isso.
- Então o que é?
- É porque eu não tenho casa,nem comida e vou passar o Natal na rua.
- Se é isso porque você não me falou?Vou te levar para morar comigo.
Depois do gesto do homem toda a cidade começou a ajudar os pobres.



E. Mul. Profª Carmelita Guimarães - Textos sobre o Natal


Produção de texto da aluna: Larissa Rocha Garcia (6º ano 2)

Era uma vez uma menina que se chamava Beatriz. Certo dia, na véspera de Natal, ela foi a casa de sua avó passar o dia.
Beatriz era uma menina carente, não queria saber das coisas e não se importava muito com o que acontecia lá fora , por isso ela não conhecia o Natal.
Ao chegar a casa de sua avó, ela viu vários enfeites, uma árvore enorme toda montada na sala e sua avó estava preparando uma almoço de Natal.
Beatriz era sempre muito desinteressada mas desta vez, perguntou a sua avó o que era tudo aquilo e ela respondeu:
- Mas, minha neta, você não sabe que isso tudo são os últimos preparativos para o Natal?
Ela respondeu que não , por isso sua avó lhe contou tudo sobre o Natal e Beatriz a partir daquele dia se tornou uma curiosa menina e ficou muito feliz com tudo que sua avó lhe contou.

Gestar II - Unidade 8 - Linguagem figurada

Atividade 2

Estou mais por fora que umbigo de vedete

Essa comparação , de claro tom humorístico, tinha sua razão se ser em meados do século passado, quando, teoricamente, só as vedetes expunham seus umbigos nos shows musicais. Mas outras comparações aparecem sempre, quando se trata, como nesse caso, de sugerir o nosso desconhecimento sobre determinado assunto.

Que comparações ( de igualdade ou de superioridade) são usadas em seu ambiente para indicar:

a) pobreza : Estou mais quebrado que arroz de terceira.

b) pessoa que fala muito: Fala mais do que pobre na chuva.

c) pessoa muito lenta: É mole como uma lesma.

d) pessoa muito boa: É um anjo !

e) pessoa muito gorda: É uma broa! É uma baleia! É uma rolha de poço.

Gestar II - Unidade 6 - Atividade 1

TEXTO: Parceria

AUTORA: Stela Maris Rezende

Atividade 1

A - Com relação à troca de bilhetes, em sala de aula, responda:

a) Você acha verossímil a situação apresentada?

R= Sim, ela faz parte do cotidiano escolar e é muito comum. Confesso que eu mesma já troquei bilhetinhos durante as aulas com minhas amigas quando a aula era de professores mais severos.

b) Os bilhetes tratam de vários assuntos. Quais são eles?

R = Tratam de várias questões que fazem parte do cotidiano das garotas como : família, ambiente escolar, sonhos, aspirações das meninas.

c) Os assuntos dos bilhetes vão e voltam, ou mudam de rumo com frequência. Parecem desalinhavados. Você vê algum motivo para que eles se apresentem desta maneira?

R = Os assuntos realmente não são muito alinhavados pois são interrompidos pelo andamento da aula , pelos movimentos do professor e também pelos pensamentos das duas alunas que mudam de acordo com a aflição do momento, coisa típica de adolescentes que pensam em várias coisas ao mesmo tempo.

d) Os sentimentos e comentários das alunas sobre os professores são verossímeis?

R = Sim. Elas demonstram mais afinidade com uns do que com outros, em função até mesmo de sue interesse pelas disciplinas que lecionam ou de gostos pessoais.

B - Indique abaixo traços regionais da linguagem de adolescentes.

R = No texto as adolescentes usam expressões bem regionais como: carecer, prosear,entibiada, dever de.

C - Indique, agora, traços do registro informal dos bilhetes.

R = O uso de formas abreviadas como "tá", formas como "facinho", o vocativo "sua boba", iniciam períodos com pronome átono, misturam os pronomes de tratamento (você e tu).

D - Se você pegasse os bilhetes de duas alunas, você corrigiria a linguagem deles? Justifique.

R = Não, pois se trata de uma linguagem informal onde eles se comunicam usando uma linguagem própria e não estão sendo avaliados.

E - As adolescentes apresentam duas paixões literárias.

a) Qual o resultado dessa paixão , na vida das duas?

R = Ambas desejam ser escritoras.

b) Que relação há entre a paixão e o nome delas?

R = Os nomes lembram as escritoras preferidas : Célia/Cecília e Clara/ Clarice.

c) Como você justificaria o título do conto?

R = O título sugere a relação de amizade, confiança e companheirismo entre as duas que também lembra a vida artística em que é comum haverem parcerias.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

E.Mul.Profª Carmelita Guimarães - Halloween 2009











Foi um sucesso o Halloween 2009 em nossa escola!
Graças a colaboração de todos os alunos que confeccionaram maquetes e cartazes sobre o tema além de contribuírem com doces,balas, pirulitos, bolos e gelatina para a montagem de uma mesa temática maravilhosa!
A festa contou com desfile de fantasias, apresentação de dança, discoteca e o lanche típico.
Os vencedores do concurso foram premiados com brindes gentilmente cedidos pelos professores .
Obrigada a todos os alunos, a direção, funcionários e professores e principalmente a nossa orientadora Mª Luíza pelo brilho da comemoração!























































Gestar II - Unidade 2 - Atividade 16

Atividade 16
Temos um texto publicitário típico. Publicado na Pais & Filhos, dirige-se claramente ao leitor da revista - aos pais ( e talvez mais às mães ), falado, naturalmente das crianças, os "invasores".
Com o objetivo de um texto desse gênero é seduzir o leitor para "tomar uma decisão" - aqui, a compra , obviamente - o jogo da imagem com o texto verbal deve ter uma organização capaz de convencer os leitores. Nestes textos, que podemos chamar de mistos ,devemos ter o mesmo cuidado para ler o verbal e o não-verbal. Seus autores têm uma intencionalidade , ao usar juntos signos diferentes.Vamos, então à análise:

A- Como se entrelaçam texto e imagem?Entre os três blocos de texto verbal, que imagens aparece?

R = As duas imagens intercalam os blocos de textos verbais. Na primeira, vemos pessoas encobertas por lençóis. Na segunda, aparece o "invasor" uma criança do sexo masculino.

B - Quando falamos em acabar com invasores, imaginamos o extermínio de inimigos, que inicialmente estão sempre escondidos. O que há de interessante no caso dessa "receita"?

R = Neste texto , não se pretende "matar" invasores, mas sim ocupá-los fora do quarto dos pais com atividades educativas que o farão se desenvolver mais.

C - A posição em que é tomada a primeira foto é muito interessante.Por quê? Que relação ela tem com a primeira frase?
R = NA foto podemos identificar dois pés adultos a mostra sob os lençóis e ,entre eles, a um "montinho" escondido ou seja o "invasor" citado no texto que vem a ser o filho do casal.

D - O objeto salvador, sugerido na receita, não é um Lego qualquer. Como é ele e que importância tem isso para se ficar livre dos invasores?

R = É um Lego duplo, o que dá a impressão de que a criança ficará um bom tempo montando seu brinquedo e isso a distrairá deixando sossegados os pais.

E - Por que os pais vão poder "relaxar", comprando Lego Duplo?

R = Lego é um brinquedo educativo que trabalha a inteligência da criança, além de não ter contra-indicação e nem peças que podem ser engolidas.Quer dizer: os pais podem ficar despreocupados por mais tempo na cama.

F - A idade das crianças tem alguma importância neste anúncio?

R = Sim, o brinquedo é adequado para a faixa de um ano e meio a cinco anos de idade.

G - Observe o invasor descoberto: que características sua carinha sugere?

R = De que se trata de uma criança saudável, esperta e" levada".

H - Como os fabricantes sugerem que o brinquedo pode atender a diferentes gostos e idades?

R = Através da indicação da faixa etária e da informação que ele desenvolve habilidades e a criatividade na fase pré-escolar.

I - Onde se apresenta a sugestão de compra e de que forma?

R = Logo abaixo da imagem do texto e através do texto verbal persuasivo "leva logo Lego"

J - Por que, junto à palavra "duplo", há a figura de um coelho?

R = Provavelmente porque o coelho é o símbolo da marca e devido a sua característica multiplicativa abundante.

L - A clara divisão das cores, na propaganda, sugere-lhe algo?

R = Sim. Primeiramente a divisão dos dois ambientes , o do quarto do casal e da criança e depois a pretende mostrar que com Lego tudo fica mais colorido,atraente e divertido com o objetivo de impressionar a criança que é o alvo do anúncio.

M - Você acha que a linguagem verbal tende ao formal ou ao informal? Justifique.

R = A linguagem tende ao formal pois, o anúncio apesar de ser de brinquedo infantil será lido pelos pais das crianças e deve conter uma linguagem mais adequada ao mundo adulto quando dá as informações técnicas do brinquedo,apesar de apresentar também uma linguagem informal no slogan "Leva logo Lego".